Justiça seja feita: Francisco de Oliveira Vianna e Raymundo Faoro jamais se debruçaram sobre as questões da política externa brasileira! Ao menos, não que se tenha registro. Quando muito, reconheceram em seus escritos alguns dos componentes daquilo que, hoje, com enormes doses de anacronismo, se chamará de “sistema de política exterior” no Brasil do Oitocentos. A advertência é importante, pois prepara o leitor para uma argumentação que, ademais de sinuosa, poderá conduzir a lugar algum. Continue Lendo
A Dor e a Delícia de ser Aristoi: Oliveira Vianna, Faoro e a produção da política externa brasileira – Número 51 – 03/2012 – [31-34]
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