Julho

Os Ajudantes II: Sara Ramo – Número 165 – 07/2018 – [62-64]

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1. Poderia então ser fornecida, num prólogo, a estrutura dos lugares escuros. Nela nunca se é e sempre se está. Isso pode ser melhor entendido nos seguintes termos: um ajudante não é solícito ou perigoso, ele estásolícito ou perigoso. O traje mostra bem o espírito do trânsito entre a solicitude e a periculosidade. Nos lugares escuros é imperioso portar uma fantasia, todos a usam, não importa qual seja, não importa quem seja. Neles se imagina sob intensas variações aquilo que se percebe habitualmente. Em suma, tudo é familiar e tudo é diferente. Continue Lendo

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