Novembro

A Morte é uma Flor: Diane Sbardelotto – Número 169 – 11/2018 – [75-78]

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1. A dúvida dela era sobre como começar. Ainda não pudera verificar. Sabia que como título de livro não fora Celan que pensara em A Morte é uma Flor. Ela pensava nisso atenta à forma como lhe parecia único. O mais belo título jamais pensado teria sido estabelecido eivado de apocrifia. Seriam os poemas que ele não publicou ou julgou que era o caso de não fazê-lo. A morte retirara a liberdade de ter segredos reveláveis. A morte permitiu que desabrochassem sua intimidade. A memória parecia a enganar. Pode ser que A morte é uma Flor fosse o início de um poema por Celan esquecido e pela morte lembrado. Continue Lendo

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