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About Felipe Iraldo Biasoli

Doutorando em Ciência Política no PPGCP da UFF.

O Acre e os Limites das Reservas Extrativistas na Preservação Florestal: observações sobre a Reserva Extrativista Chico Mendes – Número 154 – 08/2017 – [83-95]

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Uma das maneiras de se compreender a relação do Acre com o Brasil é refletir sobre a relevância da atividade do extrativismo e da força do ideário da conservação florestal no estado. A própria anexação acreana ao território brasileiro durante o primeiro ciclo da borracha é consequência de tal relação, como veremos em seguida. Posteriormente, o segundo ciclo da borracha representou nova tentativa, igualmente efêmera, de promover a reforçar a ocupação do então território. Novamente diante de bases extrativas tradicionais. O terceiro momento ocorre já na década de 80 com o recrudescimento das preocupações globais com a preservação ambiental. O seringueiro Chico Mendes é a face mais visível desta era. Nestas circunstâncias a criação das Reservas Extrativistas simbolizou a vitória da Aliança dos Povos da Floresta, movimento social que articulava os seringueiros e outras representações da sociedade civil local. Quase três décadas depois, como é a situação na Reserva Extrativista Chico Mendes, a mais célebre de todas e onde a luta dos seringueiros foi tonificada? Quais os limites da sua estratégia e quais as reflexões expostas por este modelo de unidade de conservação no estado? Continue Lendo

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